ITAPETINGA: FUNDAÇÃO JOSÉ SILVEIRA NEGA TRATAMENTO A IDOSO COM GRAVE PROBLEMA NA PERNA

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Nesta quarta-feira (23) uma pessoa usou as redes sociais para denunciar uma ocorrência de falta de atendimento hospitalar na Fundação José Silveira.

A denunciante é a filha de um idoso que se encontra com enfermidade grave na perna direita. De acordo com os familiares, seu Ailton Dias Cerqueira, fraturou a perna, passou por uma cirurgia, mas na última semana, repentinamente, a mesma começou a apresentar necrose.

Seu Ailton foi levado para Fundação na última quinta-feira (17), foi atendido e liberado no dia seguinte. Já nesta segunda-feira (21), sentindo fortes dores, o idoso retornou a unidade hospitalar.

Porém, o idoso recebeu da fundação José Silveira a triste notícia que ele não iria ser internado e que nada poderia ser feito para tratar a sua enfermidade.

Pode ser uma imagem de texto que diz "online 6-1707 15:48 É pq meu pai está com um problema na perna o hospital não quer enterna ele mim ajudar pq vc não aguento mais ver ele sofrendo 15:49 Encaminhada 15:50 Não sei que fazer pq favor mim ajudar 16:34 Ele mora aqui na Portelinha 16:34"

Sem explicar o motivo de não trata-lo, a Fundação José Silveira pode ser acionada na justiça, Lei 10.741 de outubro/ 2003, do Estatuto do Idoso por negar atendimento a um cidadão acima dos 60 anos.

Nas redes sociais, o idoso que mora no bairro Hilda Gama, pede socorro para conseguir um atendimento médico adequado. 

Um vereador que é ligado a fundação, de posse das denúncias da família nas redes sociais, se compadeceu e prestou socorro ao idoso, levando o mesmo de volta para unidade hospitalar para ser atendido. 

Isso é vergonhoso para nossa cidade, um hospital que nega tratamento ao um idoso, cidadão itapetinguense.

O deputado Antônio Brito, que é muito ligado a instituição, que recentemente esteve no município, inclusive concedendo entrevista a emissoras de rádio, como sempre, é incapaz de citar os problemas que a Fundação José Silveira vem causando na população com péssimo atendimento.

O espaço continua aberto para esclarecimentos.

Por Wagner Ribeiro

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