
A vida é um ciclo e quando se encerra pode ter novo sentido que não significa o fim, mas a continuidade. Assim é a doação de órgãos, uma decisão que o indivíduo pode manifestar ao longo da sua existência ou partir da família, no momento do seu óbito. Em ambos os casos, o processo para captação de órgãos envolve o preparo e agilidade da equipe médica.
Pela primeira vez, no município de Itapetinga, o Hospital Cristo Redentor/Fundação José Silveira realizou a captação de rins e córneas, após confirmar a morte encefálica do paciente C.S.P.S, internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), cumprindo todos os protocolos e trâmites burocráticos, como acionar os órgãos reguladores, além de submeter o doador a exames complementares.




