Há décadas o mês de novembro tem se tornado referência para atividades que inspiram a luta, resistência e, principalmente, a rebeldia do povo negro. Pensando nisso, a Biblioteca Municipal criou um momento de amplo debate e de discussão em torno da sociedade igualitária que queremos e dos caminhos para construí-la.
Na noite da última terça-feira, entre as estantes cheias de livros, muita arte e conscientização. Coordenada por Taline Sá, a noite, que teve a fé como tema central, começou com uma importante reflexão sobre falas racistas repetidas cotidianamente. Sobre cor, cabelo, estereótipos e a ideia de que há raças inferiores dentro da raça humana. Sobre preconceito, racismo e a dor causada por isso tudo.











