O #ele não pode marcar reviravolta na eleição

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“Em pleno caos, com o general interditado e suspenso pelo capitão, a campanha do Bolsonaro ainda terá de enfrentar seu verdadeiro dia “D”, o 29 de setembro, o dia do #EleNão, que o confrontará com o desafio de sobreviver eleitoralmente.

O rechaço a Bolsonaro é um fenômeno cívico de enorme significação na sociedade, com poder de alterar o rumo da eleição”, avalia o colunista do 247 Jeferson Miola; “A eleição mais surpreendente da história pode terminar o primeiro turno com o inusitado da vitória direta do Haddad ou, então, com a disputa de segundo turno sem Bolsonaro, mas entre Haddad e Ciro.

Aqui em Itapetinga-Sudoeste da Bahia, o movimento ganhou força e as mulheres caminharão pelas ruas do centro da cidade neste sábado (29), em protesto pela homofobia, fim dos direitos das mulheres, retirada do 13º salário e a intolerância. A concentração é na Central de Abastecimento, e irá percorrer o centro comercial.

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2 comentários sobre “O #ele não pode marcar reviravolta na eleição

  1. Hipocrisia hein Wagner. Um texto lixo e hipócrita desses, é dessa forma que você quer construir um debate elevado?

    “homofobia, fim dos direitos das mulheres, retirada do 13º salário e a intolerância.” Você sabe que isso não existe na campanha, o candidato não defende isto. Uma vergonha isso que você está fazendo, te acompanho de anos, estou ouvindo na jornal, esta feio lá também.

    Este movimento não ganhou força alguma, estava vazio lá. Toma vergonha rapaz. Abraços.

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