
“Em pleno caos, com o general interditado e suspenso pelo capitão, a campanha do Bolsonaro ainda terá de enfrentar seu verdadeiro dia “D”, o 29 de setembro, o dia do #EleNão, que o confrontará com o desafio de sobreviver eleitoralmente.
O rechaço a Bolsonaro é um fenômeno cívico de enorme significação na sociedade, com poder de alterar o rumo da eleição”, avalia o colunista do 247 Jeferson Miola; “A eleição mais surpreendente da história pode terminar o primeiro turno com o inusitado da vitória direta do Haddad ou, então, com a disputa de segundo turno sem Bolsonaro, mas entre Haddad e Ciro.




Ele sim não é perfeito mas é o melhor para o Brasil 17 neles
Hipocrisia hein Wagner. Um texto lixo e hipócrita desses, é dessa forma que você quer construir um debate elevado?
“homofobia, fim dos direitos das mulheres, retirada do 13º salário e a intolerância.” Você sabe que isso não existe na campanha, o candidato não defende isto. Uma vergonha isso que você está fazendo, te acompanho de anos, estou ouvindo na jornal, esta feio lá também.
Este movimento não ganhou força alguma, estava vazio lá. Toma vergonha rapaz. Abraços.