ELEITO, BOLSONARO VENCEU EM APENAS QUATRO CIDADES BAIANAS

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Com quase 100% das urnas apuradas, o presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) ganhou em apenas quatro dos 417 municípios da Bahia, quarto maior colégio eleitoral brasileiro. A quantidade caiu em relação ao primeiro turno, quando ele ganhou em seis cidades.
 
O município com maior votação proporcional para Bolsonaro foi novamente Luís Eduardo Magalhães, no Oeste baiano. Lá, ele teve 58,80% dos votos válidos (22.509 votos no total) contra 41,20% (15.773 votos) para Fernando Haddad (PT).
A proporção por lá, portanto, foi maior que a votação nacional, onde Bolsonaro venceu por 55,16% dos votos válidos. Luís Eduardo Magalhães foi a única cidade baiana em que Bolsonaro seria eleito já no primeiro turno, quando teve 54,55% dos votos contra 33,36% para Haddad.
A cidade com a segunda maior votação proporcional para o presidente eleito foi Buerarema, no Sul do estado, onde teve 55,26% dos votos válidos contra 44,74% de Haddad. Lá, ele obteve no primeiro turno 46,46% dos votos contra 36,71% do presidenciável do PT.
Além de Luís Eduardo Magalhães e Buerarema, Bolsonaro manteve a vitória em Teixeira de Freitas (50,97% x 49,03%), no Extremo Sul, e em Itapetinga (53,69% x 46,31%), no Sudoeste, onde também venceu no primeiro turno.
A quinta cidade que mais votou proporcionalmente em Bolsonaro foi Eunápolis, onde obteve 49,41% dos votos válidos. A votação, no entanto, não foi suficiente para fazê-lo ganhar no município, onde havia vencido no primeiro turno. Haddad ficou com 50,59% dos votos por lá.
Outra cidade em que Bolsonaro acabou derrotado após vencer no primeiro turno foi Itabuna. Lá, ele ficou com 48,69% dos votos válidos contra 51,31% de Fernando Haddad.
Lista parecida
A lista de cidades é bem parecida com a do segundo turno da eleição à presidência de 2014, quando Aécio Neves (PSDB) venceu de Dilma Rousseff (PT). eleita naquele ano, apenas em cinco cidades baianas.
Em comum estão Luís Eduardo Magalhães, Itapetinga e Buerarema. Em comparação à eleição de 2014, Eunápolis e Vitória da Conquista não repetiram a preferência por um adversário do PT.

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